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O presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Marcelo Matias, e a diretora de Metropolitano da entidade, Alessandra Felicetti Pires, estiveram no gabinete, entregando em mãos um dossiê sobre a precarização do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre (HPS).

O sindicato já havia apresentado ao Ministério Público do RS documentos que demonstravam essa situação, mas o poder público não tomou medidas para a melhoria das condições de assistência.

O Simers é um apoiador da Frente parlamentar em Defesa do HPS, que criei na Câmara Municipal para barrar o projeto de terceirização a gestão, uma ideia que Marchezan pretende levar a cabo, mesmo que boa parte das experiências nesse sentido tenha se mostrado desastrosa na saúde. Não só os médicos, mas entidades que representam enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros profissionais que atuam no HPS demonstraram preocupação com a medida.

O HPS precisa de mais investimentos e de atenção do poder público. Não se resolve saúde delegando-a à iniciativa privada, como se a iniciativa privada fosse de tamanha benevolência que abriria mão de lucros em prol da saúde pública. Vamos lutar pelo HPS público, com gestão pública e participação de seus funcionários.